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  • Cardoso Júnior

Dreamland – EUA-2020


Década de 1930, Texas, terra inóspita, grande recessão Americana, uma procurada ladra de bancos e um jovem sonhador se encontram casualmente e...se apaixonam. Uau!


Por essas três linhas você já percebeu que não se trata do clássico ‘Bonnie & Clyde” e nem de algo nem perto de semelhante, embora a fraca inspiração e condução do roteiro imagine que sim, mas pouco vai além do batido "Menina má versus menino bom".


Narrado pela irmã mais nova do protagonista que tenta promulgar a minúscula estória e personagens sem camadas emocionais a formatar um épico com anti-heróis quase mitológicos, #Dreamland, aposta por demais na bela presença de Margot Robbie esquecendo-se que cinema é uma história muito bem contada.

O design de produção, figurinos e fotografia funcionam muito bem, entretanto não existem atores capazes de transformar uma estória banal e sem propósito em algo que desperte o interesse de público que nem é chamado a se conectar emocionalmente com nenhum personagem enquanto é levado para um final destituído de qualquer força enquanto romantizado num tom que não convence mantendo a etérea superficialidade que preenche cada segundo dos seus 100 minutos.




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