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Manuscritos não queimam


Com um roteiro dividido em três vertentes que se complementam, é uma denúncia explícita a censura política que o Irã faz, principalmente, a classe dos intelectuais pensantes e a ameaça e tentativa de aniquilá-la. De forma inteligente, o drama pessoal dos protagonistas provoca uma fácil identificação com seus conflitos e, num cenário altamente repressor, evita cenas de violência explícita, provocando inúmeras reflexões sobre o homem inserido em um contexto onde a censura as idéias tolhe toda forma de expressão. Eis um trabalho da categoria “obra prima” que, infelizmente, teve pouquíssima divulgação no Brasil.

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#OrienteMedio #Análise

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