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  • Foto do escritorCardoso Júnior

King Richard: Criando Campeãs – EUA – 2021


#KingRichard é uma mistura de filme sobre esporte com cinebiografia e auto ajuda com muito apelo motivacional e superações. Se você é fã dessa mistura – independente de conhecer ou não a história das retratadas; as famosas campeãs mundiais do tênis, Vênus e Serena Williams – pode mergulhar com segurança em suas longas duas horas e vinte minutos de duração que não se arrependerá. Caso contrário assista sem grandes expectativas embora tenha algumas cenas dramaticamente muito bem feitas.

O cerne o centro está no protagonismo de Will Smith que, mesmo com duas indicações ao Oscar, dificilmente é visto pela Academia como um ator com grande potencial dramático, mas ele está muito bem principalmente nas poucas cenas em que é confrontado pela esposa e mostra o homem ferido por dentro do seguro, arrogante, obstinado. O restante do elenco acompanha-o em bons momentos também.

É o roteiro que o prejudica em muitos momentos e ao filme como um todo também, alongando-se por demais (numa estória que a maioria das pessoas sabe o final), derrapando em cenas sentimentalóides – aquelas feitas pra produzir lágrimas mesmo), e, isso, o arrasta por uns trinta minutos desnecessários e a mais.

No mais, a maioria das cenas de tênis são envolvidas por certa dose de monotonia até finalmente chegar em 1994 na grande disputa entre Venus Williams e a campeã mundial, Arantxa Sánches – quando a tensão sobe ao máximo independente de quem conhece o resultado- fechando o trabalho com uma nota acima ainda que, no todo, na moderna Hollywood, King Richard tenha um ar de sessão da tarde dos velhos tempos.

Mas vale aproveitar que está nos cinemas e na HBO Max.





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