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Tanna – Austrália-2016.


Misteriosamente selecionado entre os cinco melhores filmes estrangeiros que concorrerão ao Oscar 2017 e, naturalmente empurrado para esse Top Five pelo teor “diversidade obrigatória”, “Tanna”, de tão ingênuo, chega à beira do vergonhoso.

Com roteiro simplista desenvolvido a partir de uma lenda e que aposta na inexpressividade do elenco de não atores, esse cansativo e absurdamente sem graça “Julieta e Romeu da Oceania”, nem como documentário da Nat Geo se destacaria.

Tecnicamente pobre, com algum rápido destaque para as cenas do vulcão, artisticamente pueril e plasticamente fraco, Tanna é um desses filmes misteriosos, pois nunca iremos descobrir como e porque chegou tão longe diante de candidatos infinitamente superiores.

Lucra muito mais quem se dispuser a chamar José de Alencar e reler a trilogia indianista!

Sem mais e sem cotação!

TRAILER

#Austrália #Análise #Oscar2017

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